sábado, 23 de março de 2013

maré



quem olha pra esse mar
essa naturalidade
escondida entre as pálpebras
remos, canoas (parangolé)
não imagina a força:

simplesmente, amar é de maré...

e eu
moro na praia de Itapuã.

domando ondas baixas de Tupã
a marola típica de algumas curvas, ondas do céu
de uma cidade do interior,
onde se vivifica o irracional amor
nas idas e vindas da necessidade.


"a segunda coisa é o sorriso de moleca. E geralmente tem que contrastar com o olhar, ser exatamente o contrário. Como se fossem duas pessoas, uma quando séria, olhando, e outra pessoa totalmente desarmada quando sorri."

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